quarta-feira, 17 de junho de 2009

Da série "Hoje eu assisti"

Essa minha vida temporária (assim espero) de dona de casa me deixa assistir Sessão da Tarde, vejam só! Sexta foi ótima e segunda também, ontem já foi uma porcaria... então assisti um filme segunda a tarde e a noite assisti outro com o Otto e ontem a noite outro. Claro que isso significou dormir tarde da noite, mas valeu a pena, só filmes bons!



Nas Profundezas do Mar Sem Fim: filme de 1999 (achei que era mais velho), que assisti sem querer na Sessão da Tarde, rs. Conta a história de um casal que tem 3 filhos, sendo que um é sequestrado aos 3 anos de idade e depois desse episódio a família fica desestruturada, sendo que o marido é fundamental para a reconstrução da família. Agora não me perguntem se o filho reaparece, como ele sumiu, assistam o filme, rs! Leva nota 4.




Ensaio Sobre a Cegueira: filme baseado no livro do escritor portugues José Saramago, em que a população de uma cidade não identificada é afetada por uma cegueira repentina. De uma hora para outra as pessoas começam a ficar cegas, enxergando apenas um clarão, chamada Cegueira Branca. Os primeiros infectados são transportados para um local em quarentena e submetidos a tratamento desumano, tendo que dividir comida num local sujo, pois com a cegueira de todos o local fica um caos. Entre os infectados está um médico oftalmologista e sua esposa, que finge estar infectada para acompanhar o marido. No decorrer do filme, mais infectados chegam ao local, que fica superlotado e a natureza humana se condiciona a cegueira, momento que a brutalidade e egoísmo vem a tona. O legal do filme, além do ótimo roteiro, é a fotografia, que mostra muitas paisagens. O filme foi feito numa parceria de Canadá, Uruguai e Brasil, tendo muitas paisagens desses países como fundo. Voce assiste o filme e ve o Teatro Municipal, o Viaduto do Chá, o Minhocão... muito legal! Além de tudo, foi dirigido por Fernando Meirelles. Otimo filme e recomendo demais, mas é bem pesado. Fica com nota 5 e meio, se possível!
Ensaio Sobre a Cegueira na Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Blindness

Marley e Eu: filme baseado no livro de mesmo nome do escritor John Grogan. A história é sobre um casal de jornalistas recém casado que pensa em ter um filho, mas a esposa, Jenny, não consegue nem cuidar de uma planta, pois sempre as mata afogadas por excesso de cuidado. Para "treinar", John decide dar um cachorro pra Jenny e decide lhe dar um Labrador, raça calma e carinhosa... o que não é o caso de Marley! Quando o filhote chega em casa, eles decidem chamá-lo de Marley, por gostarem muito das músicas de Bob Marley. O cachorrinho já chega destruindo a casa e logo vira um cachorro enorme, além de morrer de medo de trovões... é apelidado pelo casal de "pior cachorro do mundo", pois foi expulso até da aula de adestramento de tão terrível que era! Mas apesar de todas as artes e estragos, ele conquista o coração de todos e vira membro da família, acompanhando o nascimento dos filhos do casal, a mudança de casa, de emprego... o filme fala da vida de Marley, desde a chegada em casa até sua morte... é triste, mas um ótimo filme, leva nota 5!
Bom, sei que assistir todos os filmes foi ótimo e ver Marley me fez chorar feito louca, porque não gosto nem de imaginar no dia em que meu Max se for... quem me conhece bem sabe o grude que sou nesse moleque peludo... chorei horroooores, e quando o filme acabou eu abracei e beijei tanto o Max que quase morri sufocada! Meu filhote ainda vai fazer 5 anos no fim do mes, mas o tempo passa tão rápido... e vivemos tanto comparado a um cachorro... a Lua mesmo está com 7 anos e parece que foi ontem que a Dani me trouxe ela de presente... e parece que foi de manhã quando estava voltando do serviço e achei uma bolota peluda na rua, embaixo de um caminhão, naquele frio de rachar... é como diz no trailer, um cachorro não se importa se voce é rico ou pobre, legal ou chato, mas se voce der seu coração a ele, ele lhe dará o dele... meu pai diz que se um dia o Max pudesse escolher morrer no meu lugar, ele escolheria sem pensar duas vezes... é uma fidelidade incrível! Até o Otto se emocionou muito e chegamos a conclusão que é impossível ficar indiferente a um cachorro dentro de casa, apesar das bagunças, trabalho, é gratificante! Recomendo a todos que tenham um cachorro, é um amor sem igual!
Só pra registrar, uma foto do meu terrível num momento de carinho!




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