domingo, 8 de novembro de 2009

Maledeta faringite!

Pois é, essa semana eu fui atingida pela querida faringite. Faringite é um nome bonito para dor de garganta. Mas que saco, doencinha de criança e pior, chata pacas! O dotô disse que devo ter pegado de alguma criança da escola, por ser viral ela deve ter ficado encubada alguns dias e nesses dias devo ter dormido mal, me alimentado mal, alguma coisa de mal, que a danada atacou. Nem me lembro a última vez que tive uma faringite na vida. Eu sou a rainha do ite, ite é comigo mesmo! Já tive amigdalite várias vezes, tenho rinite alérgica crônica, sinusite (que não ataca há séculos, graças a Deus!), tive laringite algumas vezes. Agora faringite, nem me lembro quando tive. Começou segunda, mas achei que estava com frescura. Terça acordo com febre e ínguas gigantes, dor pra engolir, dor de cabeça, um trapo. Resolvi ir ao médico, mas antes passei no trampo, achei melhor porque trabalho sabe como é, logo iam pensar que emendei o feriado, apesar de ter trabalhado domingo. Dei sinal de quase vida na escola e fui no tal famoso Servidor... só Deus mesmo. Sei lá se sou metida, se estou acostumada com convênio a vida toda, mas estranhei muito. Falam bem de lá no geral, dizem que os médicos são bons, mas que é cheio. Descobri que lá é CHEIO de verdade, quanta gente junta no mesmo lugar! Velhinhos, grávidas, narizes escorrendo, conjuntivites, cadeiras de rodas, lá é o clubinho do dedo podre, Deus do céu! Fora que achei meio burocrático todo o processo pra passar no pronto-socorro. Acho que se você chega lá morrendo, morre no caminho, porque primeiro você tem que passar num prédio e fazer a ficha de atendimento do pronto-socorro. Depois tem que ir num prédio na rua do lado pra ser atendido pelo médico. Chegando no tal prédio, subi até o andar de otorrino e perguntei pro segurança onde ficava o atendimento de pronto-socorro. Fui até o tal corredor que ele disse e fiquei esperando, esperando... com a demora, fui me informar se tinha algo de errado ou se demorava assim mesmo. Me disseram que eu tinha que entregar meu prontuário num simpático guichê lotado de pessoas, senão não seria atendida nunca. Como não conhecia o procedimento, nem resmunguei muito por ter esperado uma hora à toa. Fui pra tal fila e esperei. Fiz amizade com dois velhinhos e uma mãe, ficamos papeando, nem demorou tanto. Assim que entreguei a ficha, fui atendida por um japa doido que disse algo assim: oitudobemoquevocêtásentindo? Ahhh,dordegarganta,praengolir,ínguas,febre? Faringite! Scaflanenovalginapor5diaseatestado,qualquercoisavocêvolta! Bom, né? Fiquei uns 2 minutos com o doctor na sala. Acreditei no diagnóstico porque pesquisei no Google depois e vi que batem todos e achei melhor acreditar também, do jeito que sou doida ia procurar pêlo em ovo. Não sou hipocondríaca porque odeio remédios, mas adoro caçar doença, tudo eu acho que vou morrer, exageraaada... enfim, estou aqui me curando dessa coisa chata e resmungando por não ter podido tomar uma cerva geladinha ou uma Smirnoff Ice com esse calor bom que anda fazendo esses dias todos por conta do remédio. Até Otto me chamou pra tomar cerveja ontem por causa do calor e tive que recusar o convite, que reiva... mas faz parte. Logo estou zerada e pronta pro porre do mês, depois do porre lindo com Otto, Guiga e Valéria mês passado, huhuhuhu! E olha que eu ando comportada, não bebia de verdá há meses, quisá anos, mas desandei, afinal, ninguém é perfeito. Pra ajudar, Juju deixou uma garrafa e cachaça de avelã aqui em casa, está lá na geladeira esperando a minha cura completa, difícil missão... alguém afim de uma dose?

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