sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Hoje eu assisti

Alvin e os Esquilos 2: parece até bobagem comentar um filme tão infantil aqui, mas o conjunto valeu tão a pena! Levei meu pequeno e o Biel para assistir, pra eles passearem e darmos um descanso pro Otto e o joelho ruim dele. Como eu não assisti o primeiro desenho, tive que prestar atenção no começo pra entender o filme, o que não foi difícil. Quando assisto um filme, eu assisto mesmo, não tem essa de dormir. E o filme foi bem bonitinho, aqueles bichinhos cantando Katy Perry e Beyoncé... nossa, eu acho que estou seriamente precisando ter um filho, ando fazendo cada coisa... comendo coisa mastigada do Thomas (por mais que mães "de verdade" digam que não comem coisas mastigadas de filho, então eu sou nojenta mesmo), gostando de assistir desenhos de tudo que é tipo (assistimos um tal de 9 esse fim de semana, nunca tinha nem ouvido falar desse desenho), estou super ligada nessas coisas infantis, até mais mesmo que amigas minhas que já são mães... enfim, Alvin foi legal e eu gostei, pronto, admito! Apesar da brisa de esquilos populares na escola e que fazem sucesso com meninas de verdade ou jogam futebol americano (!) sem morrer... mas só de passear com os meninos, valeu muitooo a pena! E o melhor: Biel disse pro Thomas que queria ficar perto de mim e Thomas vai e me responde "você não vai ficar perto dela, ela não é sua mãe! Ela é minha, minha... ela me busca na minha casa, tá?". Fofo, amo muito!!

Hoje é sexta-feira!

Apesar da chuva, por favor, fiquem felizes, hoje é sexta! Essa semana passou tão rápido, nem percebi. E olha que essa semana foi cheia de novidades, boas, ruins, bombásticas, mas o que seria da vida se tudo fosse um marasmo? E olha, eu tô me achando, porque descobri que alguém me ama mais que o Otto, quiçá meus pais, porque sabe tudo sobre mim, onde trabalho, o que estudo... às vezes essas coisas me dão medo. Eu tento não ser detalhista demais por aqui pra não me expor muito, mas fica difícil não se expor com a internet... mas enfim, eu, pra variar, estou fugindo do assunto. Vamos aproveitar a sexta que chegou, a véspera do fim de semana, porque eu sei que esses míseros dois dias vão voar que é uma beleza e logo segunda vai chegar e aí danou-se tudo, é rezar pra semana passar rápido de novo pra chegar o outro fds... fds esse em que vamos comemorar o niver do sobrinho mais lindo que eu poderia ter, o Américo, que saudade dele!

Música: Santeria - Sublime

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Eu não tenho medo de chuva forte

Dor de cotovelo me dá náuseas, eca!

About me

Eu sou a Guaciara, também conhecida como Guaci, Guá, Guino, Indiazinha do Carai...
Uma virginiana perfeccionista que adora ter tudo em tabelas, tópicos e planilhas
Que não penteia o cabelo pra sair de casa
Que tem cara de metida, mas um coração enorme, de verdade
Que fala pra caraaaaaca, quase um burrinho do Shrek
Que ama animais, especialmente cachorros e gatos, uma cachorreira assumida
Aquela casada de coração com o Otto, boadrasta do Thomas, mamãe do Max, filha da Rita e do Anchieta e irmã do Gugu
A que valoriza as amizades e cultiva uma a uma com muito carinho
Às vezes pedante, adora corrigir erros de português dos amigos e marido
A que é esforçada quando quer, mas quando não quer também... sai de baixo!
Extremamente paciente e compreensiva, mas às vezes rancorosa e paradoxalmente, ansiosa demais, difícil de manter unhas compridas...
Apaixonada por crianças, viro uma quando estou perto delas
Louca pelo Américo, meu único sobrinho (por enquanto)
Mil e uma utilidades, adora estudar, tem curso de tudo que é coisa, é boa em quase tudo, mas perfeita em quase em nada (mas sempre procuro ser o meu melhor)
Como diz minha cunhada, meiguinha, fofinha, fácil de lidar, mas não me cutuque com sono, fome ou frio... sou pior que um bebê que berra demais quando está incomodado...
Dá um boi pra não entrar numa briga, mas... não me provoque! Dou uma boiada pra não sair!
Paciente com amizades virtuais, pelo orkut descobri que tenho amigas lindas em várias partes do mundo, adoro isso!
Sonhadora, cheia de planos, isso me move, é meu combustível!
Orgulhosa das minhas raízes, admiro meus pais e familiares, são meus exemplos e referências, por isso não me faça nunca ir contra eles, porque eu não vou.
Amistosa, tento me dar bem com todo mundo, até com ex de namorado tenho amizade, mas me desvalorize uma vez que seja. Se você tiver o nariz torto, esse será seu grande defeito pra mim.
Desorganizada, odeio limpar casa, mas me chama pra um jantar que cozinharei com prazer.
Não tenho filhos ainda, só um canino, o Max e um de coração, o Thomas. Mas mexe com eles, mexe!
A que ama suco de uva, morango, palmito, cogumelo, brigadeiro... mas odeia regime!
Que ama música, dançar, mas canta mal de doer...
Que ama viajar, ama praia.
Friorenta, adora aquele calor que ninguém suporta. Também odeia água gelada, brrrrr!
Amorosa do meu jeito, matraca, palhaça, inteligente, observadora (metida não!).
Cinéfila, coleciono seriados, também amo ler, apesar de estar enferrujada...
Essa sou eu, entre muitas outras coisas...

sábado, 23 de janeiro de 2010

Eu preciso dizer que te amo, tanto...

Eu conto os dias pra te ver, meu pequeno, as horas.. quanto mais perto fica de você chegar aqui em casa, mais feliz e ansiosa eu fico. Parece até um primeiro encontro, mas diferente, claro. Te agradar pra mim é um grande prazer. Te encher de mimos é o mínimo que encontro pra demonstrar todo meu amor e carinho por você. Te fazer cafuné no cabelo, coçar suas costas, contar histórias, ver vídeo cassetadas no youtube e rir muito com você são pequenas formas de demonstrar o quanto te amo. Te comprar um shampoo que você gosta e que não arde seu olho é um jeito de demonstrar o quanto me preocupo com você. E você nem imagina, meu anjo, o quanto penso em você, na sua vida tão nova e cheia de sucessos pela frente... penso na sua educação, no seu lazer, na sua qualidade de vida, mesmo não tendo o direito de meter tanto o bedelho na sua vida, mas pense nisso com carinho, é só a forma que encontro de pensar no seu melhor e ajudar seu pai. Cada minuto com você é uma benção pra mim. O seu carinho, o seu abraço, as suas risadas dão outro sentido na minha vida. Você não nasceu de mim, não veio de mim, mas te amo com amor de mãe, pode acreditar. Você tem pais ótimos e que te amam muito, aproveite isso, nem todos tem a oportunidade de conviver com os pais por diferentes motivos. Nunca, jamais quero tomar o lugar da sua mãe. Apesar das diferenças que temos e de ainda não nos entendermos, ela é sua mãe e te ama demais, quer seu bem e seu melhor. Eu não sou sua mãe, mas sou sua Guaci, como você diz, sou sua amiga, sua boadrasta. Te mimar, levar pra passear, assistir várias vezes o mesmo desenho, brincar com você, comprar coisas que você gosta me faz bem e você retribui da melhor maneira: sendo essa criança meiga e alegre que é. Ajudar seu pai quando você passa o fim de semana com a gente é um presente e tanto, pode acreditar. Você me enche de alegria com esse seu jeito vivo e alegre de ser, com uma timidez meiga que conquista todos. Educado, não gosta de ser entrão e cativa as pessoas de início pela beleza e logo pelo seu jeitinho Thomas de ser. Falando nisso, você fez o maior sucesso no meu serviço, todas te adoraram, você foi muito meigo beijando todo mundo e distribuindo abraços, fiquei muito orgulhosa e logo minhas amigas entenderam o porque sou tão apaixonada por você... espero que o dia em que eu tiver seu irmãozinho ele seja como você, fofo e carinhoso. Quando o fim de semana que você vai ficar com a gente se aproxima, eu já me preparo: arrumo seu quarto (mesmo você adorando dormir com seu pai, e eu deixo vocês dormirem juntos na nossa cama, só vocês dois, todo fim de semana, feliz de ver que você está grudado nesse paizão que você ama tanto, feliz da vida de estar junto dele), vejo como está o estoque do seu shampoo que não arde o olho, como você diz, do seu sabonete e se suas toalhas estão limpas e passadas, se tem bolinho Ana Maria de chocolate recheado de chocolate, Bis, trakinas de morango, suco de uva e iogurte de morango, seus comes e bebes preferidos. Eu e seu pai sentamos e combinamos os passeios que queremos fazer com você, se vamos ao shopping, ao parque ou na casa dos seus primos pra você brincar até altas horas. Durante a semana, enquanto não dá pra te ver, eu vejo fotos suas com o seu pai. Tem album aqui em casa só de fotos suas, desde pequeno. Falando nisso, como você mudou nesses quase 3 anos que nos conhecemos! A sua carinha de bebê sumiu e hoje você tem cara de mocinho, está cada dia mais lindo! Você praticamente domina a estante de casa e isso ajuda a matar as saudades... ver fotos de você e do seu primo Américo animam qualquer dia difícil. Às vezes, quando estou cansada e sento mal humorada no sofá pra pensar na vida, olho pra estante, que está bem na minha frente. Daí eu vejo uma foto nossa que tiramos ano passado, nós dois abraçados e sorrindo e aí eu me animo, o mal humor começa a ir embora... não tem irritação que resista! Olha, falar de você é uma rasgação de seda só, se eu falar tudo o que penso e que quero, não vai caber aqui, por isso quero usar esse espaço que me resta pra dizer que te amo demais e que desejo tudo de melhor que existir nesse mundo, estarei sempre te olhando e torcendo por você, meu bem... eu te amo, amo demais...

Eu me derreto por ele...



terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Quem é viciado em Grey's...

põe o dedo aqui!

Mas é uma moda foca, mesmo, eu nunca quis me render aos seriados americanos, mas não resisto... sempre que deu eu fugi deles, mas minha mãe já gostava desde que eu era pequena, aí fica difícil. Cresci assistindo Arquivo X com ela, como a gente ficava muito sozinha porque meu pai tinha que trabalhar, a gente ficava muito juntas. Lembro que era tarde da noite (na minha cabeça de criança devia ser tarde da noite) e a gente assistia Arquivo X dublado na Record e depois assistia Contos da Cripta, alguém lembra? Quando eu fazia faculdade, chegava tarde em casa e minha mãe estava sempre no meu quarto assistindo os benditos seriados. Com ela também aprendi a gostar muito de Medium, Cold Case, CSI. Eu até inventei uma coreografia pra música de abertura do CSI com meu amigo João, muito zuado... mas ela ria muito, e era essa a intenção. Mas voltando aos seriados, quando eu percebi já estava viciada nos seriados que minha mãe assistia, até debatia com ela o que tinha achado e assistia com ela, quando dava tempo. Quando conheci o Otto, ele comentou que gostava de Grey's Anatomy. Ele me contou que sempre gostou de assistir os seriados da Sony e da Warner e conhecia muitos outros que eu nem me ligava e que no geral, são legais também. Mas eu nunca quis me render ao Grey's, porque tinha julgado o conteúdo e não queria passar por cima da minha própria opinião. Eu achava que Grey's era um plágio tonto de E.R. e me recusava a assistir. Grey's era pra mim que nem dobradinha: eu não ia com a cara, tinha colocado na cabeça que era ruim, mesmo sem conhecer (a diferença é que experimentei e odiei dobradinha, eca!). Aí, no primeiro aniversário do Otto comigo eu resolvi dar vários presentes pequenos pra ele, uma camiseta, um futebol de botão (que o Thomas adora!) e a primeira temporada de Grey's. Ele queria que eu assistisse com ele, mas eu me recusava, dizia que não gostava, que não queria e pronto. Aí ele começou a enrolar pra assistir, porque queria que eu assistisse com ele. Um dia estávamos em casa, fazendo nada e duros, mas duros de doer porque estávamos montando casa, sabe como é, e ele me convenceu a assistir. Tive que me render, a merda é muito legal e vicia que é uma beleza. Devoramos a primeira temporada, corremos pra comprar a segunda, cara e longa, mas depois ficamos pobretos pra comprar a terceira temporada, cara demais. Ficou uma saudade enorme, queríamos muito continuar assistindo, curiosos... fora que era bom demais, essa fase Grey's marcou muito meu casamento, a gente ficava deitado no quarto do lado, que era quarto de TV, no nosso colchãozinho de solteiro, eita, beleza! Essa foi de doer, mas só passando pra entender o quanto era legal e bom. Recentemente pegamos uma promoção no Wal Mart (ótimo lugar pra comprar DVD, por sinal) e nos demos de Natal mais temporadas do Grey's e claro, nos viciamos de novo! Assistimos tudo desde o começo e já estamos terminando a terceira temporada de novo. Já estou sofrendo em pensar que ainda não temos a quinta temporada e que, provavelmente a série acaba na quinta temporada... que faremos sem a Meredith e o Derek? E as putarias do hospital? Os casos de doenças que me deixam mais paranóica ainda? Preciso me viciar logo em outro seriado...


Meu momento tiete: eles são lindos! Será que meu marido consegue ficar com o cabelo do Shepard?

Momento DDA, lendo Desciclopédia e ouvindo Always and Forever, DJ Antoine Remix - Chocolate Puma

Quero fazer tantas coisas...

Eu sou tão inconstante, quero fazer tudo ao mesmo tempo, tantas coisas... quero fazer tudo nessa vida. Quero viajar pra vários lugares do mundo, pra Buenos Aires, Seattle, conhecer o Salar de Uyuni, alguns lugares da África, a Europa, Vladivostok... essa de Vladivostok surgiu quando eu jogava War com o povo do prédio e um dia, conversando com meu pai, descobri que esse é um lugar que ele quer conhecer antes de morrer, e olha que meu pai não tem muitas vontades turísticas como eu, então ele deve querer mesmo. Pra tudo isso preciso de duas coisas incompatíveis: tempo e dinheiro, ao mesmo tempo. Quando tenho um, raramente tenho o outro, então terei que fazer de picado, droga...

Mas no geral eu tenho vontade de saber, de conhecer tudo. Quero aprender a pilotar moto, até pesquisei auto escolas ano passado, vi preços, falta criar coragem de me matricular e gastar dinheiro com isso. Quero fazer curso de DJ desde muito tempo, aulas de francês, italiano, japonês... alemão não, não me atrai, e só saber falar meu sobrenome está bom pra mim. Queria aprender a fazer artesanato, não tenho a veia artística que muitas pessoas tem, queria descobrir se com um curso desenvolvo ou se não tem jeito mesmo. Quero fazer um curso de confeitaria, um técnico em gastronomia, me aprofundar em hotelaria hospitalar, mesmo estando na educação agora. Também quero fazer um curso de massoterapia e me aprofundar na culinária japonesa. Sou boa autodidata quando preciso, mas tem coisa que comigo acho que só vai no curso mesmo. Quero aprender tanto ainda, saber tantas coisas... fazer faculdade de biologia, história, uma pós em arqueologia, só pra saber mais sobre o homem e seu passado. Nossa, são tantas coisas que eu ficaria aqui por muito tempo listando minhas vontades e curiosidades... além disso tudo quero ter meu marido (que eu já tenho!) e ter filhos, uns 2 ou 3. Acho que por isso que tenho medo de ser mãe agora, porque quero fazer tantas coisas e ser boa mãe ao mesmo tempo que me assusto, porque sei que é difícil e que filhos exigem muito da gente, não quero ser uma mãe ausente. Eu só espero conseguir fazer metade dos meus sonhos... mas duas loucuras eu já estou me dando o luxo de fazer: letras e turismo. Só precisarei de um pouco de força de vontade e sorte e o resto? Seja o que Deus quiser!

Ouvindo (ou melhor, desenterrando): Sing It Back - Moloko

Trabalhando pra p****

Onde eu trabalho, existem algumas regalias, que acredito existirem por causa do ritmo puxado do decorrer do ano e pra compensar o salário baixo. Ano passado teve uma conversa sobre as férias, quando queríamos tirar e a chefe foi clara, nada de férias em dezembro e janeiro. Em dezembro, na época, eu até entendi, porque tem muita procura, rematrículas, fechamento de notas, de mapas de sala, mas em janeiro eu fiquei a ver navios. Minha colega Adriana teve que pegar as férias dela em janeiro para poder estar com as filhas, que estão em idade escolar, no dente. Saímos em recesso por uns 10 dias e ganhamos mais uma semana de folga, o que me ajudou a ficar em casa umas duas semanas praticamente. Foi ótimo pra descansar e ficar perto do Otto por causa do joelho dele, apesar de ter que trabalhar e deixar ele em casa, me parte o coração... aí voltei, meu primeiro começo de ano lá no trampo e... que susto! Como tem coisa pra fazer! Hoje foi o sétimo dia útil que trabalhei e parece que faz 3, os dias estão voando, passando rápido mesmo. Fora que tem coisa pra caramba pra fazer, além da Dri estar de férias e cada semana um de nós está saindo de folga, semana passada foi a Andréa, nessa a Camila. Falando nisso hoje a Camila ligou dizendo que deu pra ver a mãozinha do Capuchinho no ultrassom, ficamos tão felizes! Poder acompanhar a gravidez dela dia a dia está sendo tão legal, ficamos enchendo o saco dela pra ela comer bem, fazemos doces que ela gosta, obrigamos ela a comer sempre, lembramos do ácido fólico. Ela acabou deixando todas nós grávidas junto com ela. E olha que no começo ela ficou triste de saber do bebê... nem se compara à mãe carinhosa que fala com o olho brilhando do barulhinho bom que faz quando o coração do bebezinho dela bate nos exames ou que passa a mão na barriga o tempo em inteiro, como se estivesse protegendo o pequeno desde já... ah, e o bolão tá correndo, minhas apostas vão pra um menino, sinto que ele é O Capuchinho mesmo, nada de vestidinhos por aí. Mas isso posto mais pra frente, com a notícia oficial.

Enfim, eu sou a rainha de mudar de assunto e contar 3 histórias dentro de uma só, sou apressada, quero economizar tempo contando tudo o que lembro. E sei que estou trabalhando demais da conta, isso porque estou fazendo uma hora a menos por dia e as aulas ainda não começaram... espero que esse ritmo diminua um pouco lá pra fevereiro, porque eu não quero nem ver, ando chegando em casa acabada, parece que fui pra guerra literalmente, porque além de cansada volto imunda de poeira por causa da reforma, por lá está tudo um caos, paredes quebradas, rampas de madeira por todo lado, buracos, entulhos. A antiga secretaria tem entulho pra tudo que é lado, uma parede que não existia dividindo a zona, além de dois buracos enormes em outra parede. Espirro o dia todo, além disso. Mas estou curiosa pra quando tudo voltar ao normal e as aulas começarem... tô doida pra rever uns fofinhos e conhecer as gracinhas novas que vão pintar por lá, e olha, esses me fazem trabalhar de verdade, por isso o medo do cansaço. Pensei que em janeirão eu ia encostar meu burro na sombra, mas tem coisa pra caramba pra fazer, o dia todo, o tempo todo, 4 da tarde é cedo pra ir embora. Mas quer saber? Eu prefiro estar de olho na molecada, o tempo passa mais rápido ainda e eu me divirto. Saudade de comer salgadinho e bolacha com a molecada, porque mesmo eu detestando Trakinas ou Bono, tenho que comer, senão eles ficam chateados. Saudade da Laila, que ficava o recreio todo do meu lado, do Pedro e do Renan, meus assistentes de recreio, como eu gosto deles! Saudade de ouvir "você tá bonita hoje, tia" todo dia de um pequeno que foi pra segunda série, mesmo quando eu nem penteio o cabelo pra trabalhar... mas quanto a isso é só esperar, fevereiro tudo volta ao normal.

Ouvindo: Fot I Hose - Casiokids

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Shows

Se tem uma coisa que eu gosto nessa vida é de ir em show. Claro que eu queria ser muito rica, muito ouro, inshala, mas como (ainda) não sou, sempre tenho que pegar os lugares worstzão, tipo pista, onde você é esmagado, macerado, espremido. Mas é a vida, né? Por mim eu iria em todos, ou melhor, quase todos, gosto muito. Esse ano queria muito ir no do Coldplay, mas estou tão duranga... queria ter ido no dos Rolling Stones, que foi de graça, em Copa, mas não tive companhia (meu ex era tão legal que nem cogitei dele ir comigo, rsrsrs). Fui em alguns shows na vida, poucos, mas fui e sempre adorei os que fui, mesmo quando nem foi tão bom assim. Fui uma vez no show do Prodigy que rolou numa edição do Skol Beats, se não me engano. Fui muito esmagada por aquele bando de louco drogado, mas foi bom. Não superou minhas expectativas, achei o show curto, mas gostei, foi bem legal. Uma vez fui com a minha amiga Dani num show do Natiruts na praia. Era na Praia Grande, no tempo que a Praia Grande não era tão zuada. Era uma noite de calor bem gostosa e estávamos passeando pelo calçadão, pirralhas de tudo, quando vimos que estava acontecendo na areia mesmo. Como eu amaaaava Natiruts naquele tempo, curti muito o show e claro, fiquei louca por tabela de tanto maconheiro que tinha naquele lugar, Deus... eu ainda era muito pura naquela época, achei tudo o máximo, tudo muito legalize, me senti A adulta no meio daquele fumacê todo numa época em que nem Marlboro eu fumava. Também fui com o povo do prédio num show do Velhas Virgens e do Ventania, naipe locão mesmo. Fomos depois de um dia aqui no prédio, no tempo que o rolê era ficar lá no fundo jogando truco e bebendo qualquer coisa que tivesse graduação alcoólica, bons tempos... qualquer paixão nos divertia. Era sempre a Lu, o Rodrigo, a Badim, o Rodolfo, a Dani, a Hellen e a Ju. E numa dessas o Rodolfo, muito doido, me canta a Maria Gulosa e depois me solta um "puta que pariu, meu gato pos um ovo, mas gato não põe ovo, puta que pariu de novo". Imagina se não rimos... ficamos curiosos pra ouvir o som desses caras e fomos no show deles. Outra vez fui no show do Pearl Jam. Era meu sonho, porque eu curto muito o som dos caras. Pena que o show não foi bem o que eu imaginava... fui com meu ex, brigando o caminho todo (eu disse que ele não era boa companhia...) e compramos os ingressos de um cambista. No fim entrei tarde pra caramba no show e como o ingresso era pista, fiquei láááá no fundo. Me perdi, fiquei sozinha no meio daquele monte de hómi roqueiro de todas as idades possíveis, ouvindo muito baixo o som, porque foi bem na época que o prefeito tinha inventado um negócio de o som ser baixo na região do Pacaembu por ser área residencial... enfim, antes de morrer preciso providenciar uma viagem para algum lugar que tenha um show do Pearl Jam pra assistir de verdade, porque voltar pro Brasil eu acho muito difícil que eles voltem. Agora o show que eu mais gostei de ir na vida foi o do Linkin Park, esse show foi demais, muito bom mesmo! Eu, na minha adolescência, onde os ouvidos são pinico, me maravilhei. Fui com o Jhonnie, que era grande e conseguia se infiltrar em qualquer brechinha e claro, me levar a tiracolo. Compramos pista, no tempo em que o ingresso de um show desses era 50 conto a meia entrada, bons tempos... era o Chimera Festival e a banda de abertura era Charlie Brown Jr. Não gosto de Charlie Brown, gostei muito quando tinha 15 anos, inclusive a música que escolhi deles pra colocar aqui é bem desse tempo, acho que o único CD deles que gostei e são músicas que ainda consigo escutar, me traz lembranças engraçadas dos porres da Dani, hauhuah! Mas nesse show gostei muito deles, tocaram bastante músicas e eram bem animados, o tempo passou rapidinho. Depois, com atraso, entrou o Linkin Park... nossa, foi demais! Desde a abertura foi demais, tudo, as músicas que tocaram, os efeitos, tudo! Pulei tanto, fui tão esmagada, pisoteada, mas foi tão bom! O show foi longo e acabou tarde, fui embora metade do caminho de ônibus, metade de taxi, porque o show foi no Morumbi, longe demais de casa. Eles tocaram Crawling, Papercut, In the End e a música que eu mais gostava na época, Breaking the Habit. Lembro que eles começaram essa música com tudo escuro, só com o Chester tocando a introdução em piano, ao vivo e depois ele começou a cantar a capella e depois voltou a tocar piano ao mesmo tempo... nossa, lembro que me arrepiei na hora. Depois começou a música como ela é mesmo, foi inesquecível. Mesmo veínha Osbourne que sou iria de novo num show deles, mas duvido que o Chester ainda tenha cordas vocais...

O meu grande dilema da atualidade é: será que vou ao show do Metallica? Nem sei ainda se Otto vai, mas se ele for, vou também? Minha mãe acha que devo ir e minha mainha no serviço, a Selma, também acha que devo, elas dizem que não tem cabimento não acompanhar Otto num momento especial desses. Até gosto de Metallica, mas ir num show... não sei não, ainda estou pensando se devo ir por ir e pelo mony também.

Ainda quero ir no show de um monte de gente, ontem mesmo combinei com a minha mãe que se a Madonna voltar pro Brasil, vamos ao show dela. Claro que se ela ainda estiver em condição e não muito véia pra isso. Também quero ir no show do Michael Jackson e do Bob Marley, será que consigo?

O que me aguarda?

Eu queria saber porque estou com uma sensação esquisita pro começo dessa semana... não sei dizer o que é, não tenho nem idéia, mas estou sentindo, simples assim. Engraçado que não sinto que seja nada ruim, só algo revolucionário, digamos assim. E também não sei dizer se odeio sentir isso. Que doido! Acho que estou ficando doida. Deve ser por isso que estou ouvindo Linkin Park...

Linkin Park - Papercut

domingo, 17 de janeiro de 2010

Se ele não te ama agora...

Há uns meses eu estava no trabalho, compenetrada. Aproveitei que estava fazendo uma coisa que exigia muito da minha atenção e coloquei os fones de ouvido do meu celular pra ouvir música. Música não me atrapalha nem um pouco, pelo contrário, quando preciso de concentração, me desligar do ambiente, a melhor coisa que faço é ouvir uma música, porque nem presto atenção no que está tocando, só desligo. Sou assim desde a adolescência, do tempo em que colocava os fones para fazer lição de casa (e deixava minha mãe louca da vida com isso). Enquanto eu trabalhava, começou a tocar uma música que não sabia o nome, era um black, e como eu não gosto de black, nem prestei muita atenção. Mas o refrão, que tocava sem parar, me pegou por um momento. Dizia alguma coisa a ver com "se ele não te ama agora, não vai te amar nunca". Aí parei pra prestar atenção na música e veio uma frase que minha sogra, que é cheia de clichês, sempre diz: o que de dentro não sai, de fora não entra. Eu sempre alopro muito ela e meu marido, que são os reis dos ditados e tem frases prontas pra qualquer situação. Mas essa é verdade. Andei pensando... todos os casos que eu vejo de casais que se formam por conta de uma coincidência ou comodismo, não vão pra frente. Já aconteceu comigo. Por exemplo, uma vez, quando eu era moleca, eu gostava de um menino do meu prédio, mas por conta de algumas incompatibilidades eu terminei com ele e fiquei sozinha por uns meses, queria estar sozinha. Aí eu conheci meu ex namorado. Não queria namorar com ninguém e meu ex não tinha muito a ver comigo. Ele não era bem o que eu gostava fisicamente em homens, e ele gostava de coisas diferentes de mim. Mas eu acho que ele gostava de mim, do jeito que eu era e fazia coisas pra me agradar. E pelo comodismo, fiquei com ele, aceitei namorar. Ficamos juntos o tempo que deu, nos separamos e logo depois, comecei a namorar meu Otto. E aí eu vi que o que tive com o Otto era completamente diferente do que eu já tinha vivido. Foi uma paixão fulminante, que me fazia mentir pro meu pai sobre onde eu estaria, me fazia querer estar com ele a todo momento, enchê-lo de beijos e carinhos, simplesmente estar grudada nele. Tanto que eu nunca dormi na casa do meu ex, já com Otto... além de dormir junto, fomos morar juntos com 3 meses de namoro, foi avassalador. Não adianta, quando você ama alguém de verdade, esse amor aflora e aparece de uma forma descontrolada que você não tem como segurar, é terrivelmente bom, porque você se complica com seus amigos, some, se complica com seus pais, com todo mundo, parece que tem lutar contra todos. Fomos morar juntos logo e enfrentamos resistência de tanta gente... hoje olhamos pra trás e vemos a loucura que fizemos. A nossa sorte é que sempre nos demos bem, porque já pensou se fossemos morar junto e começássemos a nos matar? Quando conto pras pessoas nossa história, a primeira pergunta que me fazem é "vocês são loucos?". E a primeira pergunta que ouvimos na época é "você está grávida?". Bom, agora tô rindo aqui lembrando de tudo isso, que fase boa! Maluca, mas deliciosa! Guardo com muito carinho na memória... vai ficar pra sempre guardado comigo, todas as dificuldades que nos fizeram crescer tanto e que com muito amor foram contornadas... é, eu amo o Otto mesmo, desde sempre....

Ah, a música que eu ouvi: Never Ever - Ciara

Hoje eu assisti

Efeito Borboleta: filme das antigas, mas que vale a pena assitir quantas vezes for necessário. Nem sei falar bem sobre esse filme, que fala sobre um homem que tem uma doença ou problema psicológico, em que a memória é afetada. O pai dele também tinha e ficou internado em um hospital psiquiátrico por conta disso. Esse homem, que é o Ashton Kutcher, cresceu numa cidade rodeado de amigos problemáticos e sempre escreveu diários para ter as lembranças dele registradas. Ele muda para outro lugar com sua mãe e quando cresce, começa a ter problemas com sua memória e a ser atormentado por memórias do passado. Aí ele descobre um jeito de voltar ao passado, que é lendo seus diários de infância. Eu particularmente adoro esse filme, me dá agonia de assistir, mas adoro. Na hora em que um dos moleques mata o cachorro eu sempre mudo de canal, porque detesto ver essa parte, muita crueldade. Assisti esse filme na madrugada de domingo pra segunda. Sou ansiosa, estava agoniada por causa da matrícula da Federal, com medo de perder a hora, de cair uma chuva que me atrapalhasse (que me atrapalhou, mas conto depois), de faltar algum documento e eu perder a vaga, sei lá, sou pessimista muitas vezes ou precavida demais e isso acabou com meu sono. Otto colocou um colchão na sala pra me fazer companhia e eu fiquei no sofá, vendo TV. Assisti esse filme, show, programa de entrevista e quando vi, o sol tinha nascido e eu tinha que ir trabalhar. Trabalhei bem o dia todo, com olheiras terríveis e um humor melhor ainda, mas não sosseguei até chegar na Federal... mas isso fica pra depois.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Summertime...

Como eu gosto do verão... hoje foi um dia tão bom, tranquilo... uma prainha sempre cai bem, não é? Mesmo quando a tarefa não é das mais legais, só de estar na praia, curtindo, tomando um sol por tabela, é tão bom... acho que eu precisava morar no nordeste, que faz calor sempre, de preferência numa cidade com praia... apesar que não sei se sei viver longe dessa loucura de Sampa, onde tem de tudo a toda hora. Fui ajudar minha mãe a limpar o apê da praia e tirar algumas coisas pra ela alugar de novo, mas só de dar aquela caminhada boa na praia me fez um bem! Tudo bem que fui caminhar de calça jeans e blusa, porque não fui pra lá pra ir pra praia exatamente, mas já valeu. Aproveitamos pra passar no Aquário de Santos, que até onde me lembro, nunca tinha ido. Muito bom!

Música tudo a ver: Summertime - Sublime

Santos
Entrada do AquárioTartaruga-marinhaEu, no Aquário

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Hoje eu assisti

Operação Valquiria: aluguei esse filme exclusivamente pro meu Otto quebrado, fazia tempo que ele queria assistir. Como eu não sou muito fã de filme do Tom Cruise comedor de placenta, sou suspeita pra dizer alguma coisa, mas no geral eu gostei bastante, porque fala sobre a segunda guerra mundial, assunto que muito me interessa. O filme fala sobre o golpe que tentaram dar para derrubar Hitler do poder, pra tentar matá-lo num atentado. Diz o filme que foi baseado numa história real, porque houveram mesmo várias tentativas de matar Hitler. Tirando as partes em que o Tom Cruise é o super herói que não morre e escapa de 357 tiros de metralhadora, eu gostei do filme, tem ação e suspense na medida certa. Pena que o Hitler não morre...

2010 chegou!

Pois é, estou atrasada, porque já estamos na metade de janeiro, de novo. Logo será Carnaval, já estão todos na contagem, de novo. As aulas só começarão mesmo depois do Carnaval, o ritmo de trabalho de verdade da maioria das pessoas e tudo mais. E logo será Páscoa, meu aniversário e logo as ruas estarão decoradas pro Natal de novo e vai chegar 2011... enfim, estou viajando, pra variar.

Minha virada de ano foi muito boa e especial. Mais um ano com meu Otto, primeiro ano novo trabalhando na escola, primeiro ano novo em anos sem estar na hotelaria, trabalhando provavelmente, mais um ano que passou com tudo nos conformes, claro que com alguns tropeços, mas tudo bem no geral. Um ano novo sem meus pais e mano, que estavam viajando. Mas o melhor foi meu primeiro ano novo com o Thomas, foi bom demais, adorei! Valeu demais a pena, ficamos juntos, eu, Otto e Thomas, como combinamos, só nós 3. Vimos a queima de fogos na Paulista juntos, que foi linda por sinal, mais bonita do que a 2007, que passei por lá com Otto. Os dias que se seguiram foram muito bons também, com as crianças e aproveitando bem o Thomas, não tenho do que reclamar!

Otto, Thomas, amo demais vocês...

Só pra constar

- Andei lendo meu blog e vi que assisti muitos filmes nos últimos tempos, sendo que não postei vários por sinal. Percebi que ando lendo menos, preciso ler mais...

- Ano passado, em dezembro, estava voltando do Habib's com Otto, Guiga e Lela quando uma barata voadora do tamanho de uma lontra pousou nas minhas costas. Logo eu, que tenho fobia de barata, pavor, medo, pânico. Por que ela tinha pousar bem em mim? Senti uma coisa nas minhas costas, mas como estou acostumada com o cabelão da discórdia ficar relando em mim o tempo todo, pensei que era o cabelo. De repente a Lela me chama e quando eu viro ela estava olhando pra mim, mais branca que o normal, apontando pras minhas costas e dizendo que tinha um bicho nas minhas costas. Na hora pensei que bicho era mosca, pernilongo, maria fedida, mas quando vi a cara de pânico dela, saquei na hora que era uma barata, não sei porque, deve ser a minha mania de ser pessimista mesmo. Olhei pro lado e vi a barata no meu ombro... gritei tanto, mas tanto... e me bati toda, e fiquei me batendo uns 5 dias seguidos achando que tinha barata em mim... nessa estourei meu escapulário que tinha ganhado da Dani há uns anos atrás, fiquei tão triste... estava vendo umas fotos minhas e em várias estou com o escapulário, me deu uma peninha... que raiva daquela barata! Que noooojo! E só de pensar que aquela porra podia ter se assustado com o meu grito quando olhei pro lado e podia ter entrado na minha boca ou andado ainda mais em mim... eca!

Hoje eu assisti

Sete Vidas: estava há muito tempo pra ver esse filme, mas enrolei tanto que nunca vi. Como fds passado estava com meu Otto quebrado em casa, aluguei uma montoeira de filmes pra assistir com ele, inclusive este aqui. Assistimos na sequência de Divã, com a Hellen e a Ju, madrugada afora. Adoro assistir filmes assim, em que não sei nem sobre o que se trata, tudo vira uma surpresa (apesar que assistir filme com a Juliane do lado é foda, ela fica tentando contar o filme inteiro, o tempo todo... rsrsrs). O Will Smith (ótimo ator, diga-se de passagem) é um fiscal da receita federal e sai caçando maus pagadores, sonegadores e cia. Acontece que as pessoas que ele vai atrás estão todas doentes, com deficiências e problemas de saúde e quando a gente assiste isso dá muita raiva dele, muitaaaa raiva mesmo. Só que todas essas atitudes que ele toma tem um porque. Como a capa desse filme mesmo diz, o filme tem 7 nomes, 7 pessoas e um segredo. Vale a pena e indico, todo mundo que assistiu gostou!

Hoje eu assisti

Divã: filme nacional que foi indicado há muito tempo pela minha amiga Tatê. Aluguei para um fds com meu Otto quebrado, que tinha que ficar de repouso, junto com alguns outros filmes. Otto não gostou muito da idéia porque não é muito fã de filmes nacionais, mas no fim ele adorou o filme, riu bastante. Assistimos juntos com a Ju e a Hellen, que também gostaram. O filme conta a história de uma mulher comum, casada, com filhos, uma melhor amiga e dilemas normais da vida. Ela resolve fazer análise e se encontra, contando várias passagens da sua vida no passado e os acontecimentos atuais, que passam por infidelidade, morte de pessoas queridas e dúvidas sobre o casamento. A Lilia Cabral é ótima e o filme é muito bom, leve, gostei bastante.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Um simples passeio no shopping

Hoje, depois de um dia atarefado no serviço, filas na Federal, fui passear no shopping com minha mãe. Isso me deu uma saudade danada dos tempos em que eu tinha uns 14 anos e vivia enfiada em shoppings com ela... é só pra constar, mas adorei esse passeio de mocinhas que fizemos hoje, tão simples, tão corriqueiro, mas tão gostoso... braços dados, fofocas, compramos chocolates caros e comemos (ou melhor, eu me entopi, minha mãe está de regime, vai ficar mais linda ainda), demos muitas risadas, conversamos sobre filmes, casamento (ela anda sendo a minha melhor conselheira sobre esse assunto nos últimos tempos e sinceramente, a única em quem confio mesmo, ela é muito sensata na maioria das vezes), entramos em lojas, experimentamos coisas, compramos um tênis cada uma, vimos vitrines, tomamos sorvete Rochinha. Eu experimentei o dela, de melão cantaloupe e ela o meu (preferido) de abacate. Foi muito bom! Casar foi a melhor coisa que aconteceu pra mim, porque me aproximou demais da minha mãe e a tornou uma das minhas melhores amigas, conversamos sobre tantas coisas... amo demais minha mãe e dou cada dia mais importância pra ela, meu exemplo!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Hoje eu assisti

Atividade Paranormal: antes de tudo, não que esse filme seja ótemo, mas gostei de ter assistido e me deixou pensativa até hoje, isso que faz vários dias que eu assisti. Eu achei que esse filme era uma merda total, tanto que no dia em que eu e Otto fomos assistir Lua Nova no cinema quase assistimos esse por falta de opção (mas no fim deu pra ver Lua Nova) e eu fiquei doida com a possibilidade de ter que ver esse filme... aí ouvimos a crítica do filme, que não foi aquelas coisas, mas disseram que dava medo e tinha a ver com espíritos. Sou a mais cagona pra ver filmes como Jogos Mortais ou Albergue, passo mal, eca, tenho nojo, agonia. Mas filmes com espíritos é comigo mesmo! Eu me cago, mas adoro! Resolvemos assistir, até que minha vizinha Dani tinha esse filme em casa e nos emprestou. Ela avisou que dava medo, por isso assisti logo com marido, irmão e primo (que fizeram questão de ficar aloprando o filme todo, diga-se de passagem, mas ficaram com medo sim, um bando de frangos). O filme conta a história de um casal que é atormentado por uma força oculta, espírito, demônio, enfim, algo que faz barulhos, acende luzes e derruba coisas durante a noite. Por isso, o cara resolve comprar uma câmera profissional, microfones e filmar o sono deles, pra ver o que acontece. Nisso eles descobrem várias coisas sinistras que acontecem no meio da noite, como sombras, pegadas e a mina louca que acorda a noite. E isso que dá medo. A menina acorda direto, fica em pé, anda pela casa feito sonâmbula. Aí você pensa mesmo, o que acontece enquanto estamos dormindo? Logo eu que sou meio sonâmbula e já acordei na cozinha abrindo geladeira ou comendo doces? Eu sou a sonâmbula versão tendência a gorda, tudo bem, mas fiquei com medo de pensar nisso. Sei que os dois filmando as coisas provocaram o tal espírito e aí o bicho pegou. Gostei do filme, recomendo, vale os sustinhos!

Hoje eu assisti

A Orfã: peguei esse filme emprestado com a minha mãe, ela comprou uns do camelô pra testar e nós duas entramos na furada juntas. Filme extra B, detestei. É a história de um casal que tem dois filhos e perde um bebê, a mulher nunca se recupera muito bem dessa perda, faz terapia, não consegue trabalhar direito. Então ela e o marido decidem adotar uma criança, na tentativa de suprir a falta do bebê que faleceu. Acontece que como todo bom filme B, eles adotam bem a menina mais louca que tinha no orfanato e se lascam de verde e amarelo. Não gostei, não recomendo, só vale a pena talvez assistir com uma galera bem zueira pra aloprar durante o filme...