segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Shows

Se tem uma coisa que eu gosto nessa vida é de ir em show. Claro que eu queria ser muito rica, muito ouro, inshala, mas como (ainda) não sou, sempre tenho que pegar os lugares worstzão, tipo pista, onde você é esmagado, macerado, espremido. Mas é a vida, né? Por mim eu iria em todos, ou melhor, quase todos, gosto muito. Esse ano queria muito ir no do Coldplay, mas estou tão duranga... queria ter ido no dos Rolling Stones, que foi de graça, em Copa, mas não tive companhia (meu ex era tão legal que nem cogitei dele ir comigo, rsrsrs). Fui em alguns shows na vida, poucos, mas fui e sempre adorei os que fui, mesmo quando nem foi tão bom assim. Fui uma vez no show do Prodigy que rolou numa edição do Skol Beats, se não me engano. Fui muito esmagada por aquele bando de louco drogado, mas foi bom. Não superou minhas expectativas, achei o show curto, mas gostei, foi bem legal. Uma vez fui com a minha amiga Dani num show do Natiruts na praia. Era na Praia Grande, no tempo que a Praia Grande não era tão zuada. Era uma noite de calor bem gostosa e estávamos passeando pelo calçadão, pirralhas de tudo, quando vimos que estava acontecendo na areia mesmo. Como eu amaaaava Natiruts naquele tempo, curti muito o show e claro, fiquei louca por tabela de tanto maconheiro que tinha naquele lugar, Deus... eu ainda era muito pura naquela época, achei tudo o máximo, tudo muito legalize, me senti A adulta no meio daquele fumacê todo numa época em que nem Marlboro eu fumava. Também fui com o povo do prédio num show do Velhas Virgens e do Ventania, naipe locão mesmo. Fomos depois de um dia aqui no prédio, no tempo que o rolê era ficar lá no fundo jogando truco e bebendo qualquer coisa que tivesse graduação alcoólica, bons tempos... qualquer paixão nos divertia. Era sempre a Lu, o Rodrigo, a Badim, o Rodolfo, a Dani, a Hellen e a Ju. E numa dessas o Rodolfo, muito doido, me canta a Maria Gulosa e depois me solta um "puta que pariu, meu gato pos um ovo, mas gato não põe ovo, puta que pariu de novo". Imagina se não rimos... ficamos curiosos pra ouvir o som desses caras e fomos no show deles. Outra vez fui no show do Pearl Jam. Era meu sonho, porque eu curto muito o som dos caras. Pena que o show não foi bem o que eu imaginava... fui com meu ex, brigando o caminho todo (eu disse que ele não era boa companhia...) e compramos os ingressos de um cambista. No fim entrei tarde pra caramba no show e como o ingresso era pista, fiquei láááá no fundo. Me perdi, fiquei sozinha no meio daquele monte de hómi roqueiro de todas as idades possíveis, ouvindo muito baixo o som, porque foi bem na época que o prefeito tinha inventado um negócio de o som ser baixo na região do Pacaembu por ser área residencial... enfim, antes de morrer preciso providenciar uma viagem para algum lugar que tenha um show do Pearl Jam pra assistir de verdade, porque voltar pro Brasil eu acho muito difícil que eles voltem. Agora o show que eu mais gostei de ir na vida foi o do Linkin Park, esse show foi demais, muito bom mesmo! Eu, na minha adolescência, onde os ouvidos são pinico, me maravilhei. Fui com o Jhonnie, que era grande e conseguia se infiltrar em qualquer brechinha e claro, me levar a tiracolo. Compramos pista, no tempo em que o ingresso de um show desses era 50 conto a meia entrada, bons tempos... era o Chimera Festival e a banda de abertura era Charlie Brown Jr. Não gosto de Charlie Brown, gostei muito quando tinha 15 anos, inclusive a música que escolhi deles pra colocar aqui é bem desse tempo, acho que o único CD deles que gostei e são músicas que ainda consigo escutar, me traz lembranças engraçadas dos porres da Dani, hauhuah! Mas nesse show gostei muito deles, tocaram bastante músicas e eram bem animados, o tempo passou rapidinho. Depois, com atraso, entrou o Linkin Park... nossa, foi demais! Desde a abertura foi demais, tudo, as músicas que tocaram, os efeitos, tudo! Pulei tanto, fui tão esmagada, pisoteada, mas foi tão bom! O show foi longo e acabou tarde, fui embora metade do caminho de ônibus, metade de taxi, porque o show foi no Morumbi, longe demais de casa. Eles tocaram Crawling, Papercut, In the End e a música que eu mais gostava na época, Breaking the Habit. Lembro que eles começaram essa música com tudo escuro, só com o Chester tocando a introdução em piano, ao vivo e depois ele começou a cantar a capella e depois voltou a tocar piano ao mesmo tempo... nossa, lembro que me arrepiei na hora. Depois começou a música como ela é mesmo, foi inesquecível. Mesmo veínha Osbourne que sou iria de novo num show deles, mas duvido que o Chester ainda tenha cordas vocais...

O meu grande dilema da atualidade é: será que vou ao show do Metallica? Nem sei ainda se Otto vai, mas se ele for, vou também? Minha mãe acha que devo ir e minha mainha no serviço, a Selma, também acha que devo, elas dizem que não tem cabimento não acompanhar Otto num momento especial desses. Até gosto de Metallica, mas ir num show... não sei não, ainda estou pensando se devo ir por ir e pelo mony também.

Ainda quero ir no show de um monte de gente, ontem mesmo combinei com a minha mãe que se a Madonna voltar pro Brasil, vamos ao show dela. Claro que se ela ainda estiver em condição e não muito véia pra isso. Também quero ir no show do Michael Jackson e do Bob Marley, será que consigo?

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