sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Dia de cinema: Frankenstein - Entre Anjos e Demônios

Uma bost@, sem mais. 

Tá, vai ter mais porque não vou ser má ao ponto de deixar vocês perderem seus ricos dinheirinhos E tempo assistindo esse filmeco. 

Para quem me acompanha, sabe que uma saída de casa sem o Arthur é quase missão impossível. Sábado passado minha mãe apareceu em casa e deve ter ficado com pena de todos os meus passeios serem correndo e gritando atrás do Arthur (moleque levado, muito amor S2) e resolveu ficar com o pequeno para irmos ao cinema. Como foi de última hora, tivemos que assistir o que tinha. E o que tinha, no caso, era esse filme. Eu raramente leio sinopses e críticas de filme, porque o que pode ser bom para mim, pode ser ruim para você e vice-versa, além de eu gostar da surpresa em descobrir do que se trata o filme. 

Acontece que com Frankenstein - Entre Anjos e Demônios, eu tive um mau pressentimento muito, mas muito forte mesmo e não me enganei: o filme é ruim DEMAIS. 



A pobre Mary Shelley (autora do livro Frankenstein, que tem uma biografia interessante, vale a leitura) deve estar se revirando no caixão de raiva de ver seu personagem viver um papel tão furreco. Há uns anos assisti um filme baseado no livro dela, Frankenstein (que conta com o Robert de Niro) e gostei muito, inclusive pretendo encontrá-lo de novo para assistir, lembro de ter ficado tão impressionada que até o livro fui ler. Se quiser ver o trailer, clique aqui, vale a pena para ter uma ideia. 



O filme de 2014 é a continuação desse filme um (sem ter ligação entre um e o outro). Ele conta em poucos minutos o que houve no primeiro filme. O resuminho explica de onde Frankenstein veio, a história de seu criador e como ele chega nos dias atuais (sim, Frankenstein está convivendo com pessoas na atualidade, de acordo com o filme). 

A história é tão doida que nem sei muito bem como explicar... acho que seria algo assim: após a morte de seu criador, Frankenstein vai enterrá-lo e é surpreendido por demônios. Ele os mata e, na sequência, é surpreendido por anjos (que na realidade, são gárgulas). Ele se esconde por 200 anos, até os dias atuais, quando resolve ir pras ruas (não me lembro ou não entendi o porque disso) e fica cara a cara com o conflito que acontece sobre e sob a cabeça dos humanos: o conflito entre o céu e o inferno, entre anjos e demônios (até agora não entendi porque misturaram o Frankenstein com anjos e demônios, mânsss). 

Detalhe, Frankenstein virou de monstro-deformado-cheio-de-cicatrizes para homem-sarado-cheio-de-cicatrizes

Frankenstein na versão do filme baseado no livro...


...e no filme de 2014. Bem diferentes, não? 


É como se fosse uma alusão à religião atual: pessoas que acreditam em céu e em inferno, mas com nada comprovado. No filme, os anjos e demônios vivem em constante guerra, sem a humanidade saber. 

Que mais? Ah, os demônios querem construir um exército de demônios usando a tecnologia que Victor Frankenstein (criador do monstro) e por isso precisam roubar o diário de Victor, que está em poder do monstro Frankenstein, entenderam? Pois é, uma viagem na maionese total. E pior, o filme acabou com brecha para um segundo volume, SO-COR-RO! Espero que tenham o bom-senso de não fazer uma coisa dessas. Apesar do fracasso de bilheteria nos EUA, dizem estar bombando aqui no Brazel e pior, eu colaborei para isso, rs. 

Bom, pelo menos eu saí de casa um pouco sem ter que correr atrás do Arthur. Mas até meu marido, cinéfilo assumido e que topa assistir as piores porcarias detestou esse filme, então a situação é mesmo crítica, rs. Mesmo assim, se quiser ver o trailer, clique aqui e veja com seus próprios olhos...

Não recomendo (acho que deu pra perceber, =P)! 

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