domingo, 2 de março de 2014

As comidas mais mortais do planeta

Outro top 10 para adoradores de viagens e gastronomia! E eu não experimentaria quase nada desse menu doido, mesmo AMANDO viajar e comer!

10º lugar - Ingrediente típico do Centro-Oeste brasileiro, o pequi é coberto por uma camada de espinhos e, por isso, precisa ser raspado com os dentes - pode até não ser mortal, mas causa um estrago danado.

9º lugar - O ackee é uma fruta nacional da Jamaica, mas, se ele for consumido ainda verde ou maduro demasi, pode render uma crise de vômito violenta e mortal.

8º lugar - Pelo menos seis coreanos morrem pode ano com tentáculos de polvo entalados na garganta. O rabicó da lagosta também é perigoso e pode bloquear a passagem  de ar dos mais afoitos.

7º lugar - Uma bistequinha de porco mal-passada pode conter Trichinella spiralis e Taenia solium, vermes que podem se instalar em músculos, olhos e cérebro, causando danos visuais e neurológicos.

6º lugar - Na Namíbia, o sapo-boi gigante é um ingrediente nobre da culiária. Porém, seu veneno pode causar queimação na uretra, falência temporária dos rins e até a morte.

5º lugar - O moti é um bolinho de goma de arroz consumido para trazer boa sorte. Mas ele também dá azar. Todos os anos, cerca de 4 mil pessoas morrem asfixiadas com a iguaria entalada na garganta.

4º lugar - A mandioca-brava frita é bem comum no Norte do Brasil. Esta "delícia" é naturalmente temperada com linamarina, uma substância tóxica que libera cianidreto - mesmo gás usado na execução de condenados à morte!

3º lugar - O silver-stripe blassop é um peixe que deve ser bem limpo. Uma mordida acidental dada em seu fígado, órgãos reprodutores ou pele pode causar paralisia quase instantânea.

2º lugar - O baiacu é cheio do veneno tetrodoxina, altamente paralisante, podendo causar convulsão e morte. Mesmo assim, no Japão, o bicho é comido cru, matando dezenas de pessoas.

1º lugar - O pitohui, a pequena ave da Papua-Nova Guiné, esconde um dos venenos mais raros e letais do nosso cardápio, a homobatratoxina. Não dá nem para tocar o bicho sem risco de contaminação.

Fonte: Especial Revista Mundo Estranho "O Melhor e o Pior de Tudo", Edição 2013, pág. 42.

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