terça-feira, 3 de junho de 2014

O que é placenta prévia

Apesar de ser relativamente incomum, os casos de placenta prévia ocorrem nas últimas doze semanas da gravidez e, estatisticamente, acontecem em uma a cada 200 gestações.

O posicionamento inadequado da placenta pode provocar sangramentos, afetando a oxigenação do bebê e começa a se desenvolver logo após a implantação do zigoto na parede uterina. É por meio dela que o cordão umbilical faz circular o sangue da gestante, possibilitando que os nutrientes cheguem ao feto. A placenta também tem a função de filtrar e evitar que impurezas cheguem ao bebê. Dessa maneira, é fácil notar a importância da funcionalidade e da atuação dela.

A placenta prévia pode ser marginal, parcial ou total. Na prévia total, a implantação da placenta encobre a entrada do colo do útero, impedindo que o bebê nasça de parto normal. Esses casos são mais frequentes em gestantes que já fizeram cesárea, cirurgia de mioma ou até usuárias de cocaína, segundo dados de recentes pesquisas.

A placenta marginal quase nunca causa problemas e não é contra-indicação para o parto normal. O único desconforto é que pode provocar pequenos sangramentos no início da gestação. A placenta parcial ocorre quando o crescimento do útero faz com que a placenta se afaste do colo, adquirindo uma localização normal. Em ambos os casos, caso haja sangramento durante a gravidez, o repouso é fundamental.

O diagnóstico é realizado por meio de ultra-som e análise do histórico da gestante, o diagnóstico determinará os passos que o obstetra deverá escolher. Com ele nas mãos, o médico terá condições de diferenciar a placenta prévia de um descolamento prematuro.

Fonte: Revista da Gestante, nº 20, pág

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