quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Testando: poltrona e almofada de amamentação

Eu nunca dei muita importância para a poltrona de amamentação, quando estava grávida do Arthur montamos um quarto lindo de viver pra ele, com berço (que ele praticamente nem usou), cômoda, guarda-roupa, quadrinhos na parede, tapete. Só ficou faltando a tal poltrona, mas não coube e acabamos deixando pra lá. Acabei usando só a almofada de amamentação, mas usei naquelas, me dava muito melhor com os travesseiros da casa, rs. No fim, doei a almofada para outra mamãe.

Tempos depois de Arthur nascer, mudamos de casa. Quando fiquei grávida da Rafaela, nem pensei em poltrona de amamentação... até ela nascer. Senti um pouco de dificuldade em dar de mamar pra ela toda torta no sofá ou na cama, mesmo fazendo uma montanha de travesseiros para me apoiar. Já estávamos instalados no novo apartamento e a sala comportava uma poltrona de amamentação com sossego e aí pensei, porquê não? Comecei a pesquisar pela internet os modelos e valores de uma poltrona nova e quase caí da cadeira: os preços variavam de R$300 sem balanço a R$1000 com puff e balanço! Desanimei total.

Até que a dor nas minhas costas começou a falar mais alto, isso a Rafaela ainda tinha dias e eu pensei o quanto isso ia piorar, já que amamentação de recém-nascido é constante. Entrei no site da OLX e comecei a pesquisar poltronas de amamentação usadas na minha cidade. Mandei mensagens para vários vendedores, a oferta era imensa! Em poucas horas eu já tinha fechado negócio com um pai bem atencioso que estava vendendo uma poltrona de amamentação em ótimo estado, praticamente sem uso. Era longe pra caramba de casa, mas o valor compensava, R$160!

No dia seguinte, meu marido saiu do serviço e foi buscar a poltrona. Quando ele chegou, morri de amores imediatamente! A poltrona era branca, estava realmente novíssima, balançava e tinha um puff para apoiar os pés. Quando sentei nela e comecei a dar de mamar pra Rafaela, caí de amor de vez! Como ela era muito bebê, coloquei um travesseiro convencional por baixo para dar apoio para ela. Cheguei a ir na Alô Bebê para comprar uma almofada de amamentação, mas a fila estava gigante e acabei desistindo. Ainda bem! Logo a Rafaela ganhou peso e tamanho e não precisamos mais de travesseiros para apoio.

Nossa poltrona-xodó!

Por sinal, Rafa está com 10 meses e está enorme! A poltrona está ficando pequena para nós duas e acredito que em 2016 vamos doá-la. A gente se acostumou com a poltrona, não nego. Assistir TV balançando nela é uma delícia! Mas combinamos que assim que a utilidade dela, que é ninar e amamentar a Rafaela, acabar, vamos passar pra frente. Doar as coisas troca a energia de casa, além de mudar o ambiente, outra mamãe poderá amamentar seu filhote nessa delícia de poltrona.

Eu sou muito tonta, me apego nas coisas pelo valor sentimental. Para doar a bola de pilates que usei no parto da Rafaela foi uma novela, eu olhava pra bola e lembrava do parto e ficava toda emocionada. Só que chegou num ponto que não dava mais, além de não ter utilidade, estava atrapalhando... aí encontrei uma mamãe que vai ter bebê naturalmente e ela levou a bola com ela. Espero que dê tudo certo no parto dela e que a bola seja tão útil como foi pra gente!

E é isso, indico a poltrona de amamentação, mas acho a almofada besteira. E você, tem a mesma opinião? Ou gostou da almofada? Chegou a ter poltrona? Conta pra mim!

Beijos!

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